Marco Ricca tem alta hospitalar após semanas internado devido à Covid-19

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O ator ficou quase 1 mês internado em um hospital do Rio de Janeiro

Via Famosando

Após ser intubado com Covid-19, Marco Ricca recebeu alta do hospital neste domingo (20). O ator de 58 anos de idade foi liberado de acordo com uma nota oficial divulgada por sua assessoria de imprensa com o boletim médico. Aliás, Ricca ficou internado por quase 1 mês na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro.

A Casa de Saúde São José informa que o ator Marco Ricca, que estava internado para tratamento de Covid-19, teve alta do hospital. O estado de saúde do paciente é bom e ele foi liberado hoje pela equipe médica” informou a nota.

Felipe Ricca, filho de Marco Ricca e Adriana Esteves, celebrou aliviado a alta hospitalar do pai. “Obrigado por todas as mensagens. Hoje minha família está em casa, com saúde e comemorando a vida! Sou eternamente grato a tudo e todos que fizeram parte disso”. Por já ter tido Covid-19, Felipe foi o único que conseguiu ver o pai no hospital quando ele ainda estava na Unidade de Terapia Semi-Intensiva.

Marco, Felipe e Adriana Esteves

Irmão desaparecido

No inicio de novembro, encontrou-se o carro do irmão de Marco Ricca  próximo à Rodovia Presidente Dutra, em Santa Isabel, no interior de São Paulo. Aliás, Giuliano Ricca desapareceu em outubro de 2014. Ele viajava de carro de São Paulo para o Rio de Janeiro.

O veículo é um CRV preto com a placa EMO 9888, do Rio de Janeiro. Este tem as mesmas características do veículo conduzido por Giuliano no dia que em desapareceu. De acordo com informações da polícia, ele estava em um sítio e funcionários que faziam uma obra na altura do km 192 encontraram o carro.

Sendo assim, a Polícia Militar informou que os homens andavam pela propriedade acompanhados de um cachorro, que latiu ao encontrar o carro. Os funcionários do sítio acreditaram se tratar de um acidente. Eles resolveram buscar por possíveis vítimas, mas encontraram uma ossada e decidiram chamar a polícia.

A polícia, no entanto, trabalha com a hipótese de acidente. Assim, o trecho da rodovia é considerado perigoso. Portanto, quando o veículo desapareceu, há seis anos, não havia mureta de proteção no local.

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