Plantio de eucalipto contribui para o desenvolvimento econômico e sustentável da região do Vale do Jequitinhonha

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A Aperam BioEnergia é uma dessas empresas que desenvolve no Vale um trabalho sério e relevante com o eucalipto.

Via Itamarandiba Hoje

O estado de Minas Gerais, por sua história, localização e dimensões, reúne muitas vocações e riquezas. Desde a gastronomia até o agronegócio, passando pela cultura, as paisagens, inúmeras belezas naturais e seu povo hospitaleiro, são muitas Minas em uma. É possível observar como cada região cultiva e reforça com orgulho aquilo que faz de melhor, se desenvolvendo social e economicamente em torno de suas principais riquezas. No Vale do Jequitinhonha, para além da riqueza cultural plenamente reconhecida, fruto da criatividade e resiliência de seus moradores, temos também as plantações de eucalipto, que há quase cinco décadas vem gerando empregos, desenvolvimento e contribuindo para a sustentabilidade do setor industrial mineiro.

A região reúne importantes empresas que atuam na produção florestal e silvicultura de eucalipto, colocando o Vale do Jequitinhonha no mapa da sustentabilidade no Brasil e no cenário internacional. De acordo com dados do IBGE de 2019, Minas Gerais é o maior produtor de carvão vegetal do Brasil. O estado tem ainda o maior valor de produção da silvicultura no país, R$ 4,4 bilhões, sendo que Itamarandiba integra o grupo de 10 municípios brasileiros que concentraram os maiores valores de produção em silvicultura no ano de 2019. A Aperam BioEnergia é uma dessas empresas que desenvolve no Vale um trabalho sério e relevante com o eucalipto.  

A Empresa renovou, em dezembro, seu certificado internacional de sustentabilidade junto à FSC® (Forest Stewardship Council®), que é um dos mais importantes do sistema produtivo florestal do mundo. A recertificação, que vem sendo renovada desde 2013 e é válida pelos próximos cinco anos, confirma as boas práticas adotadas pela Aperam BioEnergia no manejo florestal, responsabilidade social e transparência. A atividade da Empresa é ainda fiscalizada e monitorada por autoridades ambientais, seguindo todos os requisitos necessários para sua atuação. 

Para Edimar Cardoso, diretor da Aperam BioEnergia, as florestas de eucalipto possuem um papel importante para o desenvolvimento socioeconômico da região e também na manutenção do solo, do ar, da água e preservação de matas nativas. “Investimos constantemente em pesquisa, tecnologia e boas práticas de gestão, com visão 360° que envolve nossos colaboradores e a comunidade. Nossas equipes são motivadas e prova disso é que também no final de 2020 conquistamos a primeira posição no ranking Lugares Incríveis para Trabalhar, na categoria Agronegócio”, destaca o diretor.   

Minas Gerais é o maior produtor de carvão vegetal do Brasil.

Dentro das práticas de inovação e melhorias periódicas dos processos, a Aperam BioEnergia vem otimizando a gestão de recursos hídricos na região aproveitando o período de chuvas para realizar todo o processo de plantio das florestas renováveis. Anualmente são plantados 6 mil hectares, gerando mais de 270 empregos diretos e indiretos na área de Silvicultura nos municípios de Capelinha, Itamarandiba, Minas Novas, Turmalina e Veredinha.

A Empresa possui também 32 piscinões com capacidade para armazenar cerca de 260 mil metros cúbicos de água de chuva, que são reaproveitadas e usadas nos processos florestais.

A Aperam BioEnergia desenvolve ainda projetos de pesquisa como o de melhoramento genético para produção de mudas e sementes. Por meio do programa, ao longo de 40 anos, a Empresa vem selecionando espécies e efetuando cruzamentos entre Eucaliptus Corymbia cada vez mais produtivos e com maior eficiência no uso da água e nutrientes. Aliado ao cultivo responsável, com plantio das mudas no período chuvoso, essa prática traz ainda mais benefícios para a região. 

Segundo estudos realizados pela Indústria Brasileira de Árvores (IBA), em períodos chuvosos, a floresta, seja ela natural ou plantada, funciona como um amortecedor para o solo. Parte da chuva é interceptada pelas copas e troncos, chegando ao solo com menos impacto e infiltrando maior volume de água, o que permite o reabastecimento dos lençóis freáticos e evita erosões.

Anualmente são plantados 6 mil hectares, gerando mais de 270 empregos diretos e indiretos na área de Silvicultura

De acordo com Rayanne Oliveira, especialista em manejo florestal da Aperam BioEnergia, “a ideia que o eucalipto empobrece o solo é um mito, na qual as universidades e centros de pesquisas vêm desmistificando ao longo dos anos. No ciclo da floresta há grande decomposição de folhas, galhos, entre outros resíduos que contribuem com o acúmulo e reservas de nutrientes, favorecendo a qualidade do solo florestal. Todo esse aporte de resíduos melhoram as condições químicas do solo, pois funcionam como reservas estratégicas de nutrientes. A distribuição dos resíduos florestais dentro dos talhões protegem também o solo, dos impactos diretos das gotas de chuva, favorecendo a infiltração da água e diminuindo riscos de processos erosivos. Além disso, todo esse acúmulo de matéria orgânica contribui para a presença de microrganismos, que é um importante indicador de qualidade e vida dos nossos solos”, detalha.

Outro ponto que merece destaque é o trabalho que a Aperam BioEnergia realiza continuamente para o controle biológico de pragas, visando proteger o meio ambiente e todo o ecossistema local. A Empresa é referência nacional na criação de inimigos naturais. Os inimigos naturais são criados em laboratório e liberados no campo para se alimentarem das pragas. Atualmente, realizamos o controle biológico na totalidade de nossas florestas e o controle químico é feito quando necessário. A Aperam BioEnergia fornece ainda, de forma gratuita, aos seus vizinhos, os inimigos naturais para o controle de pragas que atingem suas plantações. 

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