Kleytton Morais é reeleito para o Sindicato dos Bancários de Brasília

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Bancários do Distrito Federal reelegeram Kleytton Morais como presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília. Ele continuará à frente da entidade de 2022 a 2026.

Morais encabeçou a chapa única que concorria à eleição da diretoria do sindicato. O grupo recebeu 5.545 votos, o que representa 92,56% dos votos válidos. Pela primeira vez, os bancários sindicalizados tiveram a oportunidade de votar on-line ou presencialmente.

À coluna, Morais agradeceu “a confiança e o reconhecimento da categoria”. O presidente do sindicato disse que planeja, para o próximo quadriênio, renovação dos acordos e conveção coletiva e consolidação do teletrabalho “na perspectiva do direito do trabalhador”.

“Vamos defender e fortalecer o papel dos bancos públicos dentro do sistema financeiro nacional, além de nos antecipar às políticas de reorganização do sistema financeiro, de modo a proteger os empregos, combater o assédio moral, sexual e o adoecimento da categoria, consequência de um modelo anacrônico e desumano que tem se configurado os mecanismos de gestão de resultados dos bancos”, afirmou.

Confira o pronunciamento de Morais na íntegra:

“Quero agradecer a confiança e o reconhecimento da categoria, que aprovou a maneira como soubemos nos reorganizar numa conjuntura extremamente complexa que combinou um dos piores momentos já vividos pelos trabalhadores em face dos ataques aos direitos e conquistas, patrocinamos pelo atual governo Bolsonaro/Guedes, e também pela pandemia.

A participação extremamente significativa dos Bancarios nas eleições, com a aprovação de mais de 92% da nossa reeleição, quase 5.600 votos, atesta que nosso esforço na luta em defesa dos direitos foi bem avaliada.

Para o próximo quadriênio, nossa programática passa por renovar nossos acordos e convenção coletiva, consolidarmos o teletrabalho na perspectiva de direito do trabalhador, defender e fortalecer o papel dos bancos públicos dentro do sistema financeiro nacional, além de nos antecipar às políticas de reorganização do sistema financeiro, de modo a proteger os empregos, combater o assédio moral, sexual e o adoecimento da categoria, consequência de um modelo anacrônico e desumano que tem se configurado os mecanismos de gestão de resultados dos bancos!

Para isso, necessário se faz envolver a categoria nos debates macro da conjuntura, o que significa defender intransigentemente a democracia, lócus possível para que os direitos sejam possíveis. A categoria bancária sempre esteve atenta as perspectivas das arenas econômica e política, por que sabe o quanto elas podem implicar em suas vidas. O projeto a ser discutido para o país precisa incluir, respeitar e dar garantias às perspectivas dos trabalhadores. Respeitar a diversidade, para do assim verdadeiramente garantir oportunidades!”

Segundo o sindicato, o sistema de votação virtual foi testado e aprovado pelos trabalhadores em assembleias e encontros durante a pandemia: “Foi o meio usado para garantir que todos participassem da eleição.”

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