Puxa, esqueci de celebrar o primeiro ano deste blog no Metrópoles

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Cuide-se, Bolsonaro, para não ficar de fora do 2º turno em 2022

Uma das vagas deverá ser de Lula

Não convide para dançar ciranda o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). A aliança trocada por eles era de vidro e se quebrou.

Quebrou-se desde quando Pacheco, em viagem a São Paulo, pernoitou no apartamento de Gilberto Kassab, presidente do PSD, que não é de centro, nem de direita, nem de esquerda.

Desde então, Kassab passou a citar Pacheco em rodas de conversas políticas como sendo um bom nome para unificar partidos do centro (não confundir com o Centrão) e suceder Bolsonaro.

O senador gostou da ideia, o presidente da República detestou. E de lá para cá, Bolsonaro não perde ocasião de falar mal de Pacheco e de David Alcolumbre (DEM-AP), que o apoiou.

À distância, Kassab diverte-se. Sim, ele acha que Pacheco teria chances de se eleger, mas ao lançá-lo, quis apenas mandar para Bolsonaro o sinal de que o PSD deve ser mais bem tratado.

Por enquanto, o PSD não quer sair do governo, quer entrar mais ainda. No futuro, que é logo ali, vai depender do que possa acontecer a Bolsonaro, se ele estará mais fraco ou mais forte.

É assim que partidos e políticos agem às vésperas de eleições. Veja o caso, por exemplo, de Luciano Huck, apresentador de programa de auditório nas tardes de sábado na Rede Globo.

A um amigo com quem recentemente almoçou na sua casa, ele foi sincero. Disse que se Bolsonaro recuperar a popularidade que vem perdendo, ele não será candidato a presidente. Do contrário, será.

Huck está cotado para suceder Faustão aos domingos. Angélica, sua mulher, poderá voltar a brilhar na tela da Rede Globo. Huck é muito rico e muito jovem e saberá esperar.

Depois do fim da ditadura militar de 64, a eleição presidencial de 1989 foi a que atraiu mais candidatos: 22. A de 2006, o menor número: 7. A mais recente, de 2018, 13 candidatos.

A próxima vai atrair, no mínimo, de 4 a 6 candidatos. Dá-se de barato, entre raposas políticas acostumadas a acertar nos seus cálculos, que uma das vagas no segundo turno será de Lula (PT).

Cuide-se, Bolsonaro, para não ficar de fora do segundo turno.

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