Homem estupra menina de 16 anos na Pampulha e comparsa filma o crime

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Um jovem de 23 anos foi detido, suspeito de ter estuprado uma adolescente de 16 anos, ao lado da escola estadual, onde estudam, no bairro Santa Rosa, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, nessa quinta-feira (18). Um rapaz de 16 anos foi apreendido por ter filmado o abuso sexual. Na manhã desta sexta-feira (19), a mãe da vítima procurou a Polícia Militar (PM) para denunciar o crime, e a filha foi encaminhada para o Hospital Odilon Behrens.

Segundo a PM, o suspeito mais velho e a vítima estudam na Escola Estadual Coronel Juca Pinto, na avenida Bueno Siqueira. Nessa quinta, quando as aulas se encerraram, ele teria a convidado para “ir ali” com ele “rapidinho”. Ela aceitou e ele a levou para um campo, ao lado da instituição.

No local, de acordo com a polícia, ele puxou a adolescente pelo cabelo e a obrigou a fazer sexo oral nele. Um segundo rapaz esteve na cena do crime e filmou o ato sexual. Ele teria, inclusive, cobrado R$ 50 da vítima, para não divulgar as imagens nas redes sociais.

A adolescente não deu o dinheiro e foi embora. À nossa reportagem, a direção da escola apenas disse que a vítima a contou sobre o crime e ela o relatou à mãe da estudante.

A Secretaria de Estado de Educação, por meio de nota, informou que tomou conhecimento do fato nesta manhã. “A direção da escola foi procurada pela mãe de uma estudante de 16 anos, que denunciou que a filha foi abusada sexualmente por um rapaz, que é aluno do 3º ano do ensino médio da escola e maior de idade, e que o ato foi filmado por outro adolescente, que também é aluno da instituição. O incidente não ocorreu nas dependências da escola e, de acordo com a mãe da estudante, a filha foi levada a um local isolado na região, após a saída da escola, por três pessoas. A diretora informou que a própria mãe da aluna acionou a Polícia Militar, que, de posse do vídeo com as imagens do ato, apreendeu o responsável. As investigações sobre a ocorrência ficam a cargo dos órgãos responsáveis”.

Ainda, conforme o texto, a diretora da instituição conversou com os demais estudantes e funcionários, para tranquilizar a comunidade estudantil e prosseguir com as atividades da escola. A instituição está dando suporte à família da vítima.

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