Corpo do menino que caiu do 4º andar de prédio será enterrado no Cemitério Bonfim, em BH

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Fachada do prédio onde a criança caiu, em Belo Horizonte — Foto: Danilo Girundi/TV Globo

 

 

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“De acordo com a mecânica da queda, ela não teria se jogado, ela teria caído, porque ela não utilizou mão, não utilizou pé”, disse o delegado.

Segundo ele, o garoto teria se desentendido com a mãe, que recolheu o computador como punição. Logo em seguida, a mãe teria saído para levar a avó do garoto ao médico e deixou a criança com a empregada, que estava na cozinha.

Sem que a mulher visse, o menino desceu e queria ir para a rua, mas foi impedido pelo porteiro, que chamou a empregada. Ela buscou o menino, que pediu para ficar sozinho no quarto. Pouco depois, a mulher ouviu o barulho e foi novamente avisada pelo porteiro.

“Foi verificado que havia, em cima da cadeira, vestígios da tela, que foi serrilhada. A cadeira já foi encontrada dentro do quarto. O local foi preservado para as investigações. Foi encontrada a tesoura escolar, com a cadeira”, contou o delegado.

Na cozinha, foram encontradas gotas de sangue, que a perícia ainda precisa verificar a quem pertence. “No momento em que a criança saiu, a empregada estava fazendo comida. Não dá para dizer se as gotas de sangue são da criança, da empregada ou da carne. Primeiro, temos que verificar se é sangue humano e a origem, se é da empregada, do menino ou das pessoas que estavam na residência”.

O delegado descartou negligência ou participação da empregada no episódio. “Ela não foi descuidadosa, ela sempre estava junto da criança. A empregada estava muito assustada, porque tinha carinho muito grande com a criança”, disse.

A mulher já estava sendo ouvida pela Polícia Civil nesta quarta. Os pais, segundo o delegado, devem ser intimados no final desta semana ou no início da próxima.

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