Estado diz que PBH recusou usar hospital de campanha para receber vulneráveis

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Local, que é exclusivo para pacientes com coronavírus, ainda não foi utilizado

A Prefeitura de Belo Horizonte recusou a oferta do Estado de utilizar a estrutura do hospital de campanha, montada no Expominas, para receber moradores de aglomerados e população vulnerável da capital. A informação foi dada pelo secretário de Saúde de Minas, Carlos Eduardo Amaral, durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (17).

A oferta, segundo explicou o secretário, foi acordada em conjunto com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O objetivo era estabelecer uma destinação para a estrutura, já que os dados epidemiológicos do Estado apontam que ela não será necessária no momento. “A estrutura física do hospital de campanha continuará pronta para utilização, caso seja necessário, e nesse sentido, as ocupações serão monitoradas”, destacou.

O secretário ainda anunciou, durante a coletiva, que os profissionais contratados para trabalhar no hospital de campanha serão alocado nos reforços em instituições da rede Fhemig, como os hospitais Eduardo de Menezes, Júlia Kubitschek, Gauba Veloso e João XXIII.

Amaral fez questão de destacar, durante a coletiva, que a decisão representa uma boa notícia para os mineiros, já que sinaliza regressão na força da pandemia no Estado.

A reportagem entrou em contato com a PBH para confirmar a informação e aguarda retorno.

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