Homem violenta criança, confessa o crime em carta e ameça tirar a própria vida

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Na última semana, uma dona de casa, que por medida de segurança não será identificada, viu seu mundo desabar quando foi abordada pela filha mais velha, de cinco anos, contando que havia sido molestada dentro da própria casa, em Betim, na região metropolitana de BH.

O crime teria acontecido no bairro Teresópolis, na última sexta-feira (21), enquanto a mãe da menina tomava banho, e foi cometido por uma das pessoas por quem mais tinha confiança na vida: seu ex companheiro, de 40 anos. Apesar do relacionamento de quatro anos já ter chegado ao fim, eles mantinham a amizade e a convivência.

Segundo a criança, o homem teria se aproximado, abaixado sua calça, passado a mão em sua genitália e feito sexo oral. Além da violência, ele também teria falado, em tom de ameaça, que ela não podia contar aquilo pra ninguém. “Minha primeira reação foi ligar para ele para tirar a história a limpo. No início ele negou, mas ao falar com minha filha ele acabou confessando o crime”, contou a mulher.

Imediatamente, ela acionou a polícia, fez o boletim de ocorrência e a criança foi encaminhada para fazer o exame de corpo delito. “Ficou comprovado que não houve rompimento do hímen, já que não teve penetração, mas desde então minha filha está inquieta, agressiva e só quer ficar sozinha. Lá na delegacia eles já até agendaram um psicólogo para iniciar um acompanhamento”, revelou.

O homem, que está foragido, deixou uma carta para a família em que confessa o crime e ameaça tirar a própria vida. Em um dos trechos ele diz. “tentei ser gente, mas não deu. Pisei na bola de novo, vacilei, não sei onde vocês vão me encontrar, mas estará só minha alma. Abusei de uma garota de cinco anos e por isso vou me matar. Adeus”.

Sem conseguir dormir e se quer se alimentar direito, a dona de casa só deseja que a justiça seja feita e que sua filha consiga superar esse trauma. “Em momento algum duvidei da palavra dela. Sempre a aconselho, falo sobre essas situações e pedia pra ela ter confiança em mim caso algo acontecesse. Porém, quando acontece, é horrível a sensação. Todo aquele companheirismo se tornou ódio e eu quero que ele pague pelo que fez. Que fique preso até mesmo para que não faça isso com mais ninguém”, pontuou.

O caso já está com a Delegacia da Mulher de Betim, que segue com as investigações em sigilo.

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