Mulher de 51 anos dá à luz à neta após ‘emprestar útero’ para a filha

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Uma mulher de 51 anos deu à luz à neta dela, após aceitar ser “barriga de aluguel” da filha e de seu genro, em Illinois, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (2).

Julie Loving, a avó, concordou com a jornada depois que Brenna Lockwood e o marido dela, Aaron Lockwood, sofrerem com problemas de infertilidade e dificuldade em manterem uma gestação normal. O neném, chamado de Briar Juliette Lockwood, nasceu saudável. 

O parto foi realizado com sucesso após Julie ter passado por uma cesariana de emergência. “Foi, definitivamente, um processo surreal”, contou a mãe do bebê ao programa “Good Morning America”. “Vários sentimentos vieram à tona, de uma só vez, ao assistir minha própria mãe passar por tudo isso por mim”, revelou. 

Os pais biológicos de Briar tentam engravidar desde que se casaram, em 2016, sem sucesso. Após um ano tentando ter filhos naturalmente, eles começaram a fazer acompanhamento com um especialista em fertilidade. 

Após anos tentando fertilização in vitro sem sucesso, o médico disse a Brenna e Aaron que, muito provavelmente, eles precisariam pensar em uma barriga de aluguel para conseguirem ter um filho biológico. 

“Ter problemas com fertilidade foi a coisa mais difícil de minha vida. Quando você tem um sonho de vida, um plano, e algo do tipo estraga ele, é como se tirassem tudo de você”, desabafou Brenna ao programa de TV. 

O médico da mulher sugeriu que eles procurassem algum amigo, ou membro da família que pudesse ajudar no processo. Nos Estados Unidos, agências especializadas em “barrigas de aluguel” costumam cobrar mais de US$ 100 mil, informou a rede de televisão. 

“Minha mãe me acompanhou em uma consulta e disse, durante o atendimento, que queria gestar o meu bebê”, lembra a mãe. Depois disso, a avó fez uma série de testes, balizados por cinco especialistas, e foi classificada como viável para o processo de gestação.

Depois de muitos meses de apreensão, em março deste ano a fertilização ocorreu com sucesso e, a gravidez, foi acompanhada de perto durante todo o processo. “Há tantas formas de ser mãe, e qualquer uma que você escolher é válida”, concluiu Brenna na entrevista. 

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