Preço do gás de cozinha aumentou em Belo Horizonte, e botijão custa até R$ 99

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Mercado Mineiro analisou preços de 115 estabelecimentos em Belo Horizonte entre os dias 7 e 9 de julho

Cozinhar em Belo Horizonte não sai barato, e está mais caro a cada dia. É o que revela um levantamento feito pelo Mercado Mineiro a partir de preços cobrados por botijões e cilindros para gás de cozinha. 

Pesquisa publicada nesta segunda-feira (23) indica que o preço médio do gás subiu de julho para cá, e em um período de apenas quatro meses tornou-se maior o gasto de moradores da cidade com o item necessário à cozinha – o botijão convencional não tem mais preço médio de R$ 76,55, que agora está em torno de R$ 80,59. 

Aqueles que não analisam preços de inúmeras distribuidoras de gás antes de comprar podem sofrer com despesas maiores, já que em alguns estabelecimentos adquirir o botijão doméstico sai por até R$ 99. O valor do cilindro, cujo uso mais corriqueiro é em prédios, também cresceu.

A investigação de preços praticados sobre o gás de cozinha em Belo Horizonte levou em consideração os valores de 115 comércios da capital mineira entre os dias 18 de novembro e a última sexta-feira (20). O relatório obtido – e que já está disponível no site do instituto – indica que as variações de preços de um lugar para o outro é maior que 50%. 

Em alguns lugares, o cliente compra o botijão doméstico por R$ 65, mas em outros, nos quais o equipamento é comercializado por R$ 99, é necessário desembolsar mais de metade do valor.

Estes são os valores cobrados para aqueles que optam pela retirada do botijão no lugar em que se compra. Entretanto, quem escolhe receber diretamente a domicílio poderá pagar mais: o preço do botijão de 13 kg varia entre R$ 71 e R$ 99 nessa circunstância. 

Em relação à elevação no preço, o estudo revela que o valor médio do botijão retirado na distribuidora de gás aumentou de R$ 69,84 para R$ 73,84, enquanto o do botijão entregue na região pulou de R$ 76,55 para R$ 80,59 – são variações entre 5,28% e 5,75% de aumento.

A elevação nos preços foi acompanhada também pelos valores cobrados por cilindros de 45 kg, que podem chegar a R$ 400. Entre uma distribuidora e outra há variação de até 43% nos preços dos cilindros. O comércio que cobra mais barato pede entre R$ 280 e R$ 290 pelo cilindro, para retirada ou entrega, enquanto que, no estabelecimento mais caro, o valor aumenta em até R$ 120. 

O estudo do Mercado Mineiro também indica aumento no preço médio. O cilindro que, em julho, tinha preço médio de R$ 324,91 para entrega, está custando R$ 334,52 agora. Para retirada, o valor médio subiu de R$ 308,49 para R$ 317,60, quase 3% de aumento.

A pesquisa completa com a separação dos valores praticados por cada estabelecimentos e com as melhores condições de compra em Belo Horizonte está disponível no site do Mercado Mineiro.

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