Caso Juliane: polícia prende acusado de assassinar PM em 2018

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Um homem acusado de envolvimento no assassinato da policial militar Juliane dos Santos Duarte, ocorrido em agosto de 2018, foi preso na terça-feira (7/12) na região do Morumbi, zona sul de São Paulo. Everton Guimarães Mayer, 32 anos, era um dos mais procurados pela Polícia Civil, de acordo com a corporação.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou ao Metrópoles que Everton, conhecido como Tom, foi detido em flagrante por agentes militares às 16h40. Eles faziam um patrulhamento na favela de Paraisópolis após uma ocorrência de incêndio, quando desconfiaram do suspeito, que “apresentou nervosismo com a presença policial”.

Ele portava uma arma de uso proibido na cintura e tentou sacá-la, mas acabou desarmado e levado para o 89º DP (Portal do Morumbi). Na unidade, foram constatados seis mandados de prisão contra Tom, por homicídio e roubo.


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Em férias, a soldado Juliane estava à paisana em um bar na favela de Paraisópolis quando foi levada por quatro homens encapuzados no dia 2 de agosto de 2018. Testemunhas contaram à polícia que, pouco antes do crime, alguém teria reclamado que um celular sumiu, quando Juliane sacou a arma e disse que era da Polícia Militar.

Quatro dias depois, o corpo dela foi encontrado com um tiro na cabeça no porta-malas de um carro em Jurubatuba, a 8,5 quilômetros de distância. Uma pistola calibre .40, a mesma que ela usava, também estava no veículo. As investigações apontam que, antes de ser morta, a policial foi feita refém por quatro dias.

Acusados

Além de Everton Guimarães Mayer, outras quatro pessoas estão presas suspeitas de participarem da morte da soldado Juliane: Felipe Carlos Santos de Macedo, o “Pururuca”; Everaldo Severino da Silva Felix, o “Sem Fronteira”; Felipe Oliveira da Silva, o “Tirulipa”; e Eliane Cristina Oliveira Figueiredo, a “Neguinha”, que teria sido a mandante do crime.

Além disso, dois homens estão foragidos: Luiz Henrique de Souza Santos, o “Tufão”, e Ricardo Vieira Diniz, o “Boy”, que também figura na lista dos mais procurados pela polícia em SP.

O processo tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) sob sigilo.

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