“Bota ponta, Telê”, de Jô Soares, seria hoje como um “Bota Hulk, Tite”

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O Zé da Galera, um dos muitos personagens de sucesso de Jô Soares, ganhou fama com o bordão “Bota ponta, Telê”. Na década de 1980, o torcedor inquieto, chato, ligava do orelhão para o técnico da Seleção Brasileira e bradava:

“Telê, acorda, Telê! Quem fala aqui é o Zé da Galera. Estou te ligando para fazer um apelo. Bota ponta na seleção, Telê! Para com isso, para com isso! Ponta é importante, Telê! Você vê a galinha… se ela não tem ponta no bico, como ela vai fazer para comer o milho?”

Poucos se lembram, mas o motivo da reclamação do torcedor era um jogador em especial: Paulo Isidoro, do Atlético-MG, atacante magrinho, rápido, habilidoso, que entrava nas listas de Telê, mas quase nunca saia do banco de reservas.

Se fosse hoje, certamente iria viralizar com facilidade. Mudariam os personagens, naturalmente. O Zé da Galera seria um internauta, com perfil no Twitter, que, de modo insistente, pediria algo do tipo: “Bota Hulk, Tite!”.

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