Na TV, Moraes destaca segurança das urnas e repete proibição de armas

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A um dia do 1º turno das eleições gerais de 2022, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, fez um pronunciamento à nação. Em declaração, neste sábado (1º/10), às 20h30, Moraes ressaltou a lisura das urnas eletrônicas como instrumento: “confiável, seguro e auditável”.

Voltou ainda a falar sobre a segurança nos locais de votação e as medidas tomadas pelo TSE como a proibição do porte de armas a 100 metros dos locais de votação.

“Somos uma das quatro maiores democracias do mundo, porém a única que apura e divulga os resultados eleitorais no mesmo dia, com agilidade, segurança, competência e transparência, graças à tecnologia avançada, confiável, segura e auditável de nossas urnas eletrônicas. Isso sempre foi e continuará sendo motivo de orgulho nacional”, ressaltou.

Moraes ressaltou que a democracia é uma construção coletiva daqueles que acreditam na liberdade, na paz, no desenvolvimento, na dignidade da pessoa humana, no pleno emprego, no fim da fome, na redução das desigualdades.

O pronunciamento foi transmitido em Rede Nacional de Emissoras de Rádio e Televisão. Nos últimos dias, Moraes já vinha pedindo que os eleitores compareçam às urnas com “paz e segurança”.

“Exercício da democracia”

Neste sábado, voltou a falar das medidas de proteção ao eleitor tomadas pelo TSE. “A Justiça Eleitoral garantirá que o exercício da democracia seja realizado de maneira segura, transparente e confiável”, disse.

Moraes ainda ressaltou que “para que haja verdadeira democracia, há necessidade de plena liberdade e segurança no exercício do direito de voto de cada eleitora e eleitor brasileiros”, disse.

Para o presidente do TSE, a garantia da segurança e da liberdade do voto serão efetivadas tanto com a observância do absoluto sigilo do voto, quanto pelo respeito à ampla e civilizada liberdade de discussão política, afastando
qualquer possibilidade de violência ou de coação e pressão por grupos políticos ou econômicos.

“Para evitar qualquer risco de violência e desrespeito ao sigilo do voto, além de todas as medidas de segurança pública organizadas, não serão permitidos celulares nas cabines eleitorais, que deverão ser colocados em bandejas próprias, assim como fazemos em aeroportos e bancos. Da mesma maneira, para garantir a necessária segurança da eleitora, do eleitor, dos servidores e mesários, está proibido o porte de arma em um raio de 100 metros de todas as seções eleitorais, bem como o transporte e a posse de armas pelos colecionadores, caçadores e atiradores”, disse.

Nesta sexta-feira (30/9), o ministro também usou o perfil no Twitter para falar aos brasileiros antes do primeiro turno das eleições gerais.  O magistrado pediu que os eleitores compareçam às urnas e chamou o pleito de “festa da democracia”. Mesmo termo usado para concluir o discurso.

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