Morador de Timóteo é condenado a quase 20 anos de prisão por estupro de vulnerável e comercialização de pornografia infantil

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Um morador de Timóteo foi condenado a quase 20 anos de prisão por estupro de vulnerável e comercialização de pornografia infantil, nessa terça-feira (29).

Em ação penal ajuizada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o homem foi condenado a 19 anos, seis meses e 15 dias de reclusão por estupro de vulnerável e venda de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Ele já estava preso provisoriamente e não poderá recorrer da decisão em liberdade.

Após investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Ipatinga, ele foi preso em flagrante, quando policiais que cumpriam mandado de busca e apreensão encontraram o conteúdo pornográfico no celular do acusado, que confessou comercializar o material.

Segundo a denúncia, oferecida pelo Ministério Público em junho deste ano, o homem comercializou pornografia infantil pela internet nos anos de 2021 e 2022, e abusou sexualmente do enteado, por aproximadamente três anos.

O caso foi informado à Promotoria de Justiça de Timóteo, em janeiro deste ano, pela ex-companheira do denunciado e mãe da vítima.

Ela levou ao órgão um chip de propriedade do ex-companheiro, no qual constavam diversas conversas, imagens e vídeos de conteúdo pedófilo, mensagens de compradores dos materiais e mensagens dirigidas ao filho dela.

Estupro de vulnerável

A ex-companheira do denunciado contou ao MPMG que, em meados de 2020, flagrou o homem deitado na cama do filho dela, acariciando as partes íntimas do garoto. As investigações confirmaram que os abusos ocorriam desde que a vítima tinha 11 anos, quando a mãe do menino e o acusado começaram a morar juntos.

Comercialização de pornografia infantil

Segundo as investigações, ele adquiria e armazenava, em chip e no aparelho celular dele, fotografias e vídeos contendo cenas de sexo explícito ou pornográfica envolvendo crianças ou adolescentes.

No mesmo período, distribuía e comercializava material dessa natureza por meio do aplicativo Telegram.

Diálogos mantidos pelo condenado no Telegram foram extraídos do aplocativo de conversa com a autorização judicial.

Foram localizados cerca de 500 arquivos de fotos e vídeos de conteúdo pedófilo, assim como comprovantes de pagamento pela aquisição dos materiais ilícitos.

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